Do Outro Lado do Espelho

Do Outro Lado do Espelho

Ciclo de cinema no âmbito da exposição

Cinema › Ciclos
Até 6 fev/18

Segundas, às 18h30

  • "Orphée" de Jean Cocteau  
  • "A Fronteira do Amanhecer" de Philippe Garrel  
  • "O Criado" de Joseph Losey 
  • "O Segredo de Fedora" de Billy Wilder 

No âmbito da exposição Do Outro Lado do Espelho, que pretende mostrar a presença deste elemento na iconografia da arte europeia, a Fundação Calouste Gulbenkian em colaboração com a Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, apresenta um ciclo de cinema onde o espelho assume, de alguma forma, uma carga simbólica.

Programa:

  • 16 jan
  • Orphée (1950)
  • De Jean Cocteau
  • A obra-prima de Jean Cocteau, painel central de uma trilogia sobre o mito de Orfeu e os mistérios da criação artística, é uma obra deslumbrante repleta de trucagens que mantêm a frescura e o encanto originais. Supremo paradoxo: o filme das mais belas imagens quase pode ser visto de olhos fechados, tal a perfeição dos diálogos de Cocteau e das vozes de Jean Marais, Maria Casarès e François Perier. O cinema atravessa o espelho e transforma-se em poesia.
  •  
  • 23 jan
  • A Fronteira do Amanhecer (2008)
  • De Philippe Garrel 
  • Nico (Christa Päffgen, 1938-1988) dos Velvet Underground, na sua dimensão privada, é um fantasma de que a filmografia de Philippe Garrel nunca quis ou conseguiu separar-se. O realizador e a cantora viveram uma relação de dez anos e esse amor marca os filmes do francês como se de uma obsessão se tratasse. Garrel a olhar a sua vida e a fazer dela espelho nos filmes do presente, onde os dois amantes só se poderão reencontrar num espelho de cinema além do túmulo.
  •  
  • 30 jan
  • O Criado (1963)
  • De Joseph Losey
  • Com base num tema referencial da literatura, a ligação entre amo e criado, presente em Volpone de Ben Jonson, ou O Senhor Puntila e o seu criado Matti de Bertolt Brecht, Joseph Losey, na sua primeira colaboração com Harold Pinter, autor do argumento, cria uma das obras-primas do cinema inglês. O espelho convexo, omnipresente no filme, é a metáfora perfeita para a destorção/inversão das relações clássicas de poder que ocorrem entre senhor (James Fox) e criado (Dirk Bogarde).
  •  
  • 6 fev
  • O Segredo de Fedora (1978)
  • De Billy Wilder
  • O Segredo de Fedora é uma revisitação de Sunset Boulevard que Billy Wilder realizara em 1950. Usando o mesmo protagonista masculino, William Holden, o ator favorito do grande cineasta, o filme narra a história de uma vedeta do cinema clássico de Hollywood que desfigurada, após uma cirurgia plástica mal sucedida, usa a filha para perpetuar a sua imagem. Em Corfu, na mansão onde se refugia, todos os espelhos são retirados como forma de esconder a realidade e preservar o mito. 

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Entrada livre.

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